Já em São Paulo, fico com preguiça só de imaginar que ainda faltam 12 horas pra chegar em Luanda. Por enquanto, to rezando pra não ter nenhuma criança ao meu lado no vôo. Alias, melhor nem pensar muito nisso. Sempre acontece. Eu tenho sorte com vizinhos inconvenientes.
Estava observando dois cidadãos sentados aqui na
minha frente. Parecem muçulmanos e lêem pronunciando algo que me parece uma bíblia
Por ora, tudo na paz. Ainda não tive que dizer que estou indo visitar o senhor José Castelo.
Er... Ainda faltam duas horas pro embarque.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
domingo, 7 de agosto de 2011
Insonia
Sem conseguir dormir. Medo de perder a hora de ir pro aeroporto. E medo de não ter sono pra dormir no avião.
Acho que essa viagem não esta me fazendo muito bem...
Acho que essa viagem não esta me fazendo muito bem...
MALAS - Uma missão (quase) impossível
Pra mim, essa é pior etapa de qualquer viagem. Arrumar mala é um exercício de paciência e como eu tenho sempre medo de esquecer alguma coisa, a montanha de tralha quase não cabe no espaço restrito.
Acho que esqueço que dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço (sem frase).
Fiz uma lista de pendências antes de passar o cadeado na mala. É o que falta para começar o trajeto até Luanda. Aliás, saindo daqui amanhã, às 8h55, com uma conexão em São Paulo, só chego na capital angolana às 4h e pouca da manhã da terça. Preguiça só de pensar. Vou aproveitar as quatro horas que terei que esperar antes do embarque pra agilizar a monografia da pós (cof).
Essa semana, recebi o roteiro de viagem da agência que atende a empresa onde meu pai trabalha. Mandaram-me anotar o nome, telefone e endereço da pessoa que vai me buscar no aeroporto, caso precise prestar esclarecimentos ao serviço de imigração africano. E recomendaram: "não mostre o papel".
![]() |
| Medo |
sábado, 6 de agosto de 2011
Oficiosamente de férias
Hoje cumpri meu último expediente pré-férias na Folha e já sai da redação pra comprar repelente. Foi a grande recomendação que a minha chefe, Lorena, fez ao autorizar a minha primeira fração de férias. Também contra mosquitos, tomei vacina de febre amarela. E como as coisas não podem deixar de ser divertidas, essa exigência da Agência de Vigilância Sanitária, condição para viajar à África, foi devidamente cumprida na Policlínica Lessa de Andrade. E como todas as etapas dessas férias têm obrigação de ser diferentes, apareci por lá em pleno último dia de vacinação contra sarampo. A fila de crianças já era do tipo "indiana". e quilométrica, com direito a gritaria e choro. E elas choravam. Duas horas depois, saí segurando o algodão no braço esquerdo e a carteira de vacinção, já devidamente imunizada.
Meu pai acabou de me mandar um e-mail meio contraditório:
--------------------------------------------------------------------------
De: Marcos Nunes
Minha filha,
traga sua máquina fotográfica.
Aliás, não saia tirando fotos, pois ainda há um "ranço" da época em que o país era comunista.
Beijo, seu pai
----------------------------------------------------------------------------
Confesso que fiquei confusa.
Bem, hora de voltar pras malas. Assim mesmo, no plural.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)
